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PORTO DE LISBOA |
| TÍTULO: |
Porto de Lisboa [Material cartográfico] : estampa VI / Adolpho Loureiro |
| DADOS MATEMÁT: |
Escala 1:20000 ; Escala 1:5000 ; Escala 1:500 |
| PUBLICAÇÃO: |
Lisboa : Imprensa Nacional, 1907 |
| DESC. FÍSICA: |
1 planta : color ; 115 x 63 cm |
| SUM/RESUMO: |
Fig. 21ª - Projecto de John Coode, de Julho de 1882, planta geral, à escala 1:20000, onde se representa a zona ribeirinha desde o Caneiro de Alcantara até à estação de Santa Apolónia, passando pela: estação occidental dos caminhos de ferro; Av. Vinte e Quatro de Julho e Praça do Comércio. Está representada a indicação do norte, o Rio Tejo, e parte da margem sul com destaque para: Forno do Tijollo; Arialva; S. Paulo; Fonte da Pipa; Almada; Tremoceira; Ginjal; Covatinho; Pontal e Cacilhas |
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Fig. 22ª - Planta das obras projectadas para o presente e futuro, à escala 1:5000, onde se representa o Rio Tejo com a zona ribeirinha desde a praia da Junqueira até à Rua da Alfandega passando pela: Junqueira; Estação dos caminhos de ferro de Lisboa; Ponte de Alcantara; Rua do Caneiro Velho; Caneiro de Alcantara; Forte da Alfarrobeira; Quartel dos Mar.º Militares; Rocha do Conde d'Obidos; Rua Vasco da Gama; Rua Vinte e Quatro de Julho; Companhia do Gaz; Abegoaria da Limpeza; Caes do Sodré; Rua Nova d'El Rei; Rua do Arsenal; Arsenal da Marinha e Praça do comércio. Representado a vermelho está o projecto de alterações onde se pode destacar: a doca de marés, area = 8.5 hectares, caes = 660.0 m; eclusa da entrada; armazens; doca de fluctuação, area = 25.5 hectares, caes acostaveis = 3100 m; Ponte caes addiada (indicada a tracejado); caes acostaveis addiados (indicado a tracejado); logar para o edificio da Alfandega; linha da baixa-mar; doca de marés para fragatas e pequenos barcos; molhes de pedra perdida; docas do Arsenal da Marinha; Pequena doca (frente à Praça do Commercio); pequena doca (frente à Rua da Alfandega) |
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Fig. 23ª - Corte transversal na doca de fluctuação, deixando ver as entradas das docas de reparação e a ponte sobre a eclusa, bem como o caes acostável da margem e o molhe exterior, à escala 1:500, onde se pode ver no corte pelo molhe exterior os materiais de que é composto que são: revestimento de empedrado; revestimento de pedra e fachina; aterro com argila e detrictos de pedreira. Na zona do cais de flutuação pode-se observar: soleira da doca; doca de reparação nº 1; barco porta; ponte girante; entrada da doca de fluctuação; doca de reparação nº 2; barco porta; casa das machinas; accumulador; armazem. O armazem está colocado sobre um "aterro com argila e restos de pedreira" |
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Fig. 24ª - Corte transversal na doca de marés, deixando ver a entrada para a doca de fluctuação, à escala 1:500, onde se pode observar o molhe do sul com os seguintes materiais: muro de beton e de alvenaria ordinaria; aterro com argila e detrictos de pedra; muro de beton e de alvenaria ordinaria; entrada da doca de marés; molhe do W.; fundo da doca depois de dragada |
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Fig. 25ª - Corte transversal das docas de reparação e da eclusa da entrada; doca de reparação nº 2; officina hydraulica. Apresentando os seguintes materiais: Argila e detrictos de pedreira; pedra e fachina; beton de cimento; alvenaria argamassada. Julho de 1882. |
| NOTAS GERAIS: |
2 ex. - Col. Vieira da Silva, VS 2889/J4. - Encontra-se no seguinte livro: Os Portos Maritimos de Portugal e Ilhas Adjacentes / Adolpho Loureiro. - Lisboa : Imprensa Nacional, 1907. - Vol. III. - Outro exemplar encontra-se arquivado nos ficheiros verticais no depósito |
| DESCRITORES: |
1882 / Plantas de Lisboa / Portos marítimos / Projectos / Melhoramentos citadinos / Caneiro de Alcantara / Porto de Lisboa / Rio Tejo |
| Cota: |
MP 96 CMLEO |
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V/MNL 62-G CMLEO 2872 |